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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Brasil Agricultura Orgânica e greenpeace


Paralelamente à luta em defesa da natureza, o Greenpeace promove produtos ecologicamente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis. A organização ambientalista defende o direito das pessoas a uma alimentação sadia e equilibrada, que preserva o homem e o meio ambiente. O Greenpeace está licenciando uma linha de 12 produtos orgânicos, através da Companhia de Produtos Orgânicos - Univalem, que estarão disponíveis no mercado brasileiro. A agricultura convencional desenvolvida em larga escala no Brasil, utiliza sistemas de produção de alimentos, muitas vezes desvinculados da sustentabilidade ecológica, econômica e social. Este tipo de agricultura faz uso abusivo de energia, capital e insumos químicos, sendo responsável por uma degradação intensa dos recursos naturais, queda na qualidade dos alimentos e estimulando a concentração de terras, gerando graves problemas ambientais e sociais no meio rural. Os prejuízos à saúde humana pelo uso intenso de agrotóxicos têm sido comprovados por inúmeras pesquisas. Amostras de leite materno coletadas em trabalhadoras rurais em Botucatu, interior de São Paulo, por exemplo, apresentaram nível de inseticida HCH três vezes maior do que o encontrado na área urbana do município. Neste contexto, a agricultura orgânica torna-se uma alternativa saudável na produção de alimentos. Os produtos orgânicos são obtidos através do uso de tecnologias que envolvem processos e produtos naturais, não agredindo o meio ambiente e possibilitando a produção de alimentos livres de compostos químicos artificiais, sendo toda a cadeia produtiva supervisionada por órgãos certificadores.

Referências bibliográficas:
www.greenpeace.com.br

3 comentários:

taty_anjo disse...

A agricultura orgânica tem como principios : harmonia ecológica, diversificação, reciclagem da matéria orgânica, certificação da produção e formas alternativas de comércio. Podemos diversificar o nosso alimento e de uma certa forma ajudando a nós mesmos com essa alimentação !


By:Taty Priático

joseni santana disse...

Paralelamente à luta em defesa da natureza, o Greenpeace promove produtos ecologicamente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis. A organização ambientalista defende o direito das pessoas a uma alimentação sadia e equilibrada, que preserva o homem e o meio ambiente.
O Greenpeace está licenciando uma linha de 12 produtos orgânicos, através da Companhia de Produtos Orgânicos - Univalem, que estarão disponíveis no mercado brasileiro.
A agricultura convencional desenvolvida em larga escala no Brasil, utiliza sistemas de produção de alimentos, muitas vezes desvinculados da sustentabilidade ecológica, econômica e social. Este tipo de agricultura faz uso abusivo de energia, capital e insumos químicos, sendo responsável por uma degradação intensa dos recursos naturais, queda na qualidade dos alimentos e estimulando a concentração de terras, gerando graves problemas ambientais e sociais no meio rural.
Os prejuízos à saúde humana pelo uso intenso de agrotóxicos têm sido comprovados por inúmeras pesquisas. Amostras de leite materno coletadas em trabalhadoras rurais em Botucatu, interior de São Paulo, por exemplo, apresentaram nível de inseticida HCH três vezes maior do que o encontrado na área urbana do município.
Neste contexto, a agricultura orgânica torna-se uma alternativa saudável na produção de alimentos. Os produtos orgânicos são obtidos através do uso de tecnologias que envolvem processos e produtos naturais, não agredindo o meio ambiente e possibilitando a produção de alimentos livres de compostos químicos artificiais, sendo toda a cadeia produtiva supervisionada por órgãos certificadores.

rodrigo disse...

Agricultura orgânica ou agricultura biológica é o termo frequentemente usado para a banana da produção de alimentos e outros produtos vegetais que não faz uso de produtos químicos sintéticos, tais como fertilizantes e pesticidas, nem de organismos geneticamente modificados, e geralmente adere aos princípios de agricultura sustentável.[1]